Empresa desenvolve garagem ‘secreta’

A empresa inglesa Cardok Marketing desenvolveu a instalação que carrega seu nome e consiste em uma garagem subterrânea para carros. A instalação se baseia na ideia de um elevador e funciona por sistema hidráulico, prometendo ser alternativa tanto em casa quanto em estacionamentos. Caso haja falta de energia, o sistema inclui geradores para que o usuário não fique sem poder utilizar o carro. O vídeo abaixo mostra o Cardok em funcionamento.

Quando recolhido, o Cardok imita o chão de qualquer local em que esteja instalado, virtualmente deixando o carro escondido. A empresa garante que o sistema é totalmente seguro, além de poder manter o apelo decorativo de um jardim, por exemplo. A plataforma está disponível em vários modelos diferentes e é praticamente inteiramente customizável, desse modo, o preço pode variar bastante de acordo com o tamanho da garagem, o piso que ele deve imitar ou mesmo se deve ter capacidade de suportar um outro carro sobre ela. Entretanto, não sai por menos do que o equivalente a R$ 53 mil.

A Cardok Marketing Limited é o empreendimento que patentou a ideia da plataforma secreta que se transforma em garagem. Fundada em 2008, a empresa atende todo o Reino Unido e tem sede na cidade de Bristol, no sudoeste da Inglaterra.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

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Analfabetismo no Brasil

Refletir e internalizar profundamente o significado do investimento no ensino escolar é fundamental para os que estão direta e indiretamente envolvidos na definição de rumos para o nosso país e, portanto, demarcando os destinos das futuras gerações.

Considerando as características e a inserção da boa educação no mundo de hoje, pode-se verificar que ela não é um ônus, uma despesa caritativa, um encargo improdutivo a pesar sobre os ombros dos governos e da coletividade. Ao contrário, ela é um investimento de alto retorno, uma fonte inesgotável de riqueza e de sabedoria. Trata-se de uma fonte altruísta, com grande potencial redistributivo e democratizante. A alfabetização e a educação básicas constituem o fundamento sólido, do qual emanam os maiores frutos econômicos e sociais.

O Brasil tem hoje cerca de 16 milhões de analfabetos. Segundo a pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), metade deste número está concentrada em menos de 10% dos municípios do país. Mesmo não sendo inéditos, os dados do “Mapa do Analfabetismo” são “alarmantes”. Em nosso país existem aproximadamente 16 milhões de pessoas incapazes de ler e escrever pelo menos um bilhete simples. Considerando-se o conceito de “analfabeto funcional”, que inclui as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões.

O analfabetismo, no Brasil, é marcado pela desigualdade regional. O norte e nordeste brasileiro contêm a maior taxa de analfabetismo, abarcando aproximadamente 50% do total de analfabetos do país. O município de Jordão, no Acre, lidera a taxa de iletrados: 60,7% de seus 4,45 mil habitantes não sabem ler ou escrever. Em Guaribas, no Piauí, a cidade-piloto do programa Fome Zero, a população tem a menor média de anos escolares cursados do país: um ano e um mês.
Na ponta oposta, a cidade de São João do Oeste, em Santa Catarina, tem a menor taxa de analfabetismo, com apenas 0,9% dos 5,78 mil habitantes iletrados. Niterói, no Rio de Janeiro, aparece com a maior média de anos de estudo, 9,5, superando o mínimo de oito anos do ensino fundamental.
Das 5.507 cidades brasileiras, apenas em 19 o total da população freqüentou a escola por pelo menos oito anos. O estudo, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), indica que aproximadamente oito milhões de analfabetos do país se concentram em 586 cidades brasileiras, com as maiores taxas aparecendo nas capitais. Só na cidade de São Paulo, campeã em números absolutos, são mais de 383 mil pessoas. No Rio de Janeiro, são quase 200 mil.

De acordo com o MEC, a concentração de analfabetos em grandes cidades poderia ser uma vantagem para o trabalho das equipes de alfabetizadores, devido às facilidades de transporte e infra-estrutura que não existem na zona rural, por exemplo. Mas existem controvérsias sobre esta tese. Se por um lado São Paulo tem as facilidades que tem, por outro falta tempo e disposição para educar, pois nas grandes cidades “ninguém tem tempo para nada”.

Crianças foram enfiadas na escola com o único objetivo de melhorar a posição do Brasil no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para, assim, diminuir o “Risco País”. É claro que há mais crianças na escola hoje do que ontem, até por conta do crescimento demográfico natural. Mas o que se percebe é que para o governo pouco importa o que elas aprendem ou mesmo se aprendem. Uma vez que estão na escola, o IDH do Brasil melhora e o “Risco País” cai, ou seja, mais uma vez, em nome da economia o humano é sacrificado.
A meta determinada pelo governo era de alfabetizar 3 milhões de pessoas em 2003, com um orçamento de R$ 278 milhões. Mas convênios do MEC com municípios, Estados e organizações não-governamentais poderiam alcançar neste ano citado até 4,2 milhões de pessoas atualmente analfabetas, se existissem fundos. O governo novamente deixa de investir todo o potencial que poderia em educação.

Também foi revista a meta de erradicar o analfabetismo do país em 2007. O objetivo de ensinar todos os brasileiros acima dos 15 anos de idade a ler e a escrever ficou apenas para 2010, como determina o Plano Nacional de Educação. No período de 2003 a 2005, o MEC alfabetizou, através do Programa Brasil Alfabetizado, 5,3 milhões de jovens e adultos. Em 2006, a meta foi alfabetizar mais dois milhões.
O governo Lula defende que a meta do Programa Brasil Alfabetizado não é um objetivo que se resolva exclusivamente com a determinação do governo federal.

Segundo ele, o programa tem o envolvimento de toda a sociedade nessa mobilização. Certo, isso é fato. Mas o uso desse argumento pelo governo, não justifica a falta de ânimo para investir todo o potencial que o país poderia em educação. A mobilização de dez milhões de pessoas pode ser menos fácil do que a de duas milhões. Porém não é impossível.

A alfabetização, relacionada ao novo contexto histórico-social, não é mais um momento, um breve processo, mas um caminho dividido em várias etapas, em que se desenvolve não apenas o conhecimento da língua falada e escrita, como também a compreensão, a conscientização, o uso dos mais diversos símbolos e linguagens que, inclusive, colaboram para superar o chamado divisor digital. Quando o contexto exigia uma alfabetização mais simples, o Brasil perdeu a oportunidade de democratizar esta via incontornável de acesso à cidadania.

Países europeus que saíram do subdesenvolvimento investiram pesadamente na educação. Na Irlanda, por exemplo, quando o país decidiu entrar para a União Européia, foi elaborado um pacto pela educação. Através deste foi destinado todo o dinheiro recebido dos países mais ricos do continente para o sistema educacional irlandês. Resultado: trinta anos mais tarde a Irlanda apresentou maior renda per capita da Europa e ocupou o décimo segundo lugar entre nações de melhor Índice de Desenvolvimento Humano.

Os dados revelados nas pesquisas nos fazem pensar que as estratégias de combate ao analfabetismo no Brasil devam tomar, no mínimo, duas direções: uma, de combate ao analfabetismo de jovens e adultos, encaminhando-os para continuarem seus estudos; outra, de urgente melhoria da qualidade de ensino básico de forma a garantir que todas as crianças sejam efetivamente alfabetizadas, progridam normalmente nas séries e aprendam. Com isso, estaremos estancando o número de analfabetos no país.

A volta sistemática dos jovens aos livros, em qualquer método, ajuda a alfabetizar nas escolas e fora delas. Cabe, principalmente às instituições educacionais brasileiras, públicas ou privadas, propagar a leitura entre seus alunos, mostrando-lhes o valor e a função social da palavra escrita ou falada desde a infância. O estudante só tem a ganhar em um contato íntimo e organizado entre professores, estudantes e bons livros. Beneficia cidadãos em formação a interpretar, decodificar e adquirir muita coisa importante para sua sobrevivência e prosperidade no futuro.

Categorias:Educação

Pesquisadores desenvolvem chip de seda para colocar no cérebro

Há alguns dias a Galileu publicou uma entrevista em que o futurologista Michiu Kaku dizia que, no futuro, nós vamos controlar máquinas com a mente. Mas existe um pequeno obstáculo: manter um chip em nosso cérebro pode ser perigoso. Para evitar que o corpo reconheça o aparelho como intruso, pesquisadores da Universidade Pennsylvania Medical School, nos EUA, estão trabalhando em chips biocompatíveis. O grupo espera criar interfaces neurais que sejam mais eficientes do que as que existem hoje – e sem irritar ou gerar cicatrizes no tecido cerebral.

“Nós pretendemos fazer dispositivos ultrafinos que possam ser inseridos dentro do cérebro através de pequenos orifícios no crânio”, diz à Technology Review Brian Litt, professor de neurologia e bioengenharia da universidade.

O grupo publicou em abril resultados de um estudo desenvolvido em cérebros de gatos. A membrana de seda foi o material ideal escolhido para o trabalho: é fina, por isso pode ser inserida facilmente por buracos muito pequenos, e é facilmente dissolvida em biomoléculas inofensivas ao longo do tempo.

Quando é colocada no tecido cerebral e molhada com solução salina, a membrana de seda “embala” a superfície do cérebro, trazendo os eletrodos mais perto das dobras do tecido cerebral. Chips normais não alcançam essas fendas, que cobrem a maior parte do cérebro, por isso são menos eficientes.

“Um dispositivo como este abriria novos caminhos em toda a neurociência e todas as aplicações clínicas”, diz Gerwin Schalk, pesquisador no centro de Wadsworth, em Nova York. “O que eu prevejo é a colocação de um dispositivo de seda ao redor de todo o cérebro, que monitoraria a função cerebral continuamente por semanas, meses ou anos, com uma alta resolução espacial e temporal”.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/

Categorias:Nosso Planeta

Controlaremos máquinas com a mente, diz pioneiro da teoria das cordas

Realidade aumentada, controle de computadores com a mente, posição do Brasil no mundo. Em entrevista à Galileu, Michiu Kaku, futorologista internacionalmente renomado, dá uma espiadinha no que está por vir.

Quando o físico e futorologista americano Michiu Kaku fala, é impossível não sentir uma vontade de futuro. O mundo que ele prevê – baseado em observações das pesquisas desenvolvidas por cientistas na atualidade, leitura e um tanto de suposições – beira aquilo que muitos de nós chamariam de ficção científica. As máquinas são controladas com a mente, órgãos são produzidos em laboratório, ninguém mais morre à espera de um transplante, seremos jovens por quase a vida toda.

Em maio, Kaku, que é um dos criadores da teoria das cordas, virá ao Brasil dividir sua visão de futuro com homens de negócios no Congresso Nacional de Atualização em Gestão, em Santa Catarina. Nesta entrevista, Galileu adianta um pouco do que ele deve dizer por lá.

Michiu, você está vindo ao Brasil para um congresso de negócios. O que você acha que a ciência tem a ensinar aos negócios?

Muitas coisas. A começar por: como a ciência vai mudar as nossas vidas e nossos negócios? Por exemplo, no futuro a internet estará nas nossas lentes de contato. Quando piscar você verá filmes, ouvirá música, consultará websites. Suas lentes de contato também serão capazes de reconhecer rostos. Suas lentes dirão quem é a pessoa que você não consegue reconhecer e te dirá sua biografia completa. E se ela não falar sua língua, será traduzido em subtítulos, como no cinema. Digamos que você vá até Roma e veja todas as ruínas do Império Romano. Pedras, pó, tudo muito desinteressante, não? Mas, enquanto você andar por Roma, nas suas lentes de contato você verá o império ressuscitado. Esse é o futuro do que chamamos de realidade aumentada. Existem dois tipos de realidades: a virtual, como nos videogames, e a real. O futuro será uma mistura das duas.

E como nós vamos controlar os computadores?
Você os controlará com sua mente. Seu cérebro será conectado a eletrodos que, por sua vez, serão conectados a computadores que farão o que você quiser que façam. Você terá o poder de um deus de mitologia grega. Eles poderiam ver o que quisessem, mover o que quisessem com a mente. Eles balançam a cabeça e objetos se movem. Nós teremos esse poder muito em breve.

Em que você se baseou para chegar a essas conclusões?
Eu visitei os 300 maiores cientistas do mundo em televisão e rádio. Nós fotografamos essas máquinas e mostramos às pessoas que estas são as máquinas que vão mudar tudo.

Como esses avanços vão influenciar a medicina?
Se você estiver em um acidente de carro hoje, talvez você morra. Mas no futuro, se seu estômago, intestino e fígado estiverem danificados, nós criaremos outro estômago para você, outro intestino, outro fígado. Hoje, nós já conseguimos criar pele, narizes, ouvidos, cartilagem, vasos sanguíneos em laboratório. Em cinco anos, já poderemos produzir fígados. Pessoas morrem todos os dias esperando por transplantes. Logo isso não acontecerá. Também usaremos terapia genética para curar doenças e até mesmo para elevar a nossa inteligência e força. Nós já descobrimos o gene responsável pela inteligência e o responsável pela força. Então, em princípio, no futuro poderemos ser mais fortes, mais inteligentes e viver mais.

Desse jeito parece que seremos capazes de viver para sempre.
Nós estamos descobrindo agora alguns dos genes que controlam o processo de envelhecimento. São 60 até agora. Muitos cientistas esperam que, um dia, tenhamos a Fonte da Juventude. Nós não a temos ainda, mas em animais, já podemos praticamente dobrar suas vidas.

Se passarmos a viver mais, como o planeta irá abarcar tanta gente?
A população na Europa e especialmente no Japão está entrando em colapso. Não está explodindo, mas implodindo. No Japão, no ano passado, a pirâmide etária se inverteu. A população está se contraindo e não crescendo. A família média japonesa tem 1,2 filhos, imigração muito baixa e vidas muito longas. A Europa será a próxima. E nós (na América toda) também veremos um declínio de nossa população. Isso é o oposto ao senso comum. Nos Estados Unidos, por exemplo, em 1900 a expectativa de vida era de 40 e poucos anos. Hoje nós dobramos essa taxa, mas não vemos uma explosão da população. Essa explosão dependeria de que as pessoas tivessem mais filhos e não necessariamente de que vivessem mais. E se vivermos mais vamos criar nossos filhos por mais tempo. Hoje, se você é uma mulher aos 30 anos, tem que correr para ter seus filhos antes de 35, quando a taxa de fertilidade cai dramaticamente. Mas se vivermos mais, vamos poder esperar mais para ter filhos. Então a população irá diminuir e não crescer.

E o que você tem a dizer sobre o futuro do Brasil?

O mundo agora está passando por uma tremenda revolução. Estamos vendo a ascensão da classe média, uma classe média imensa na China, Índia, Brasil. Centenas de milhares de pessoas estão sendo elevadas juntas, pela primeira vez, da pobreza e miséria para grandes oportunidades. Contudo, a economia mundial está fazendo uma transição entre capital de commodities e capital intelectual. O preço das commodities está caindo, como comida, por exemplo. Esta manhã, você teve um café da manhã que o rei da Espanha não poderia ter tido 100 anos atrás. A comida é hoje tão barata que você pode comer comidas raras do mundo todo. O capital intelectual está crescendo. E acho que o Brasil está numa boa posição, excelente posição, porque tem ambos, capital de commodities e intelectual. Mas se o país desperdiçar muito tempo com commodities, ele será ainda pobre no futuro. É importante não cair nesta armadilha.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/

Categorias:Tecnologia

Capitalismo de Desastre

A estrela do capitalismo não tem o mesmo brilho, deveria, mas não tem. Ganhou força com a revolução industrial, enfatizando a importância de um mercado livre com o movimento e acumulação de capital, algo como, servir a si mesmo e não ao bem comum. Karl Marx demonstrou quanto o capitalismo poderia ruir a sociedade, fazer escravos assalariados e burgueses gorduchos, isso em 1867. Talvez tivesse uma máquina do tempo ou seria amigo de Deus que fingia não acreditar, suas palavras hoje tem todo sentido.

Vivemos uma nova era do capitalismo, o de desastre. Nunca o capitalismo teve tanto impacto negativo na sociedade como nos dias atuais, compreenda isso globalmente. Então deveríamos pensar como socialistas, anarquistas ou comunistas? Não. O capitalismo é um modelo econômico importante, mas chegou ao seu limite, hoje se consome incrivelmente mais do que é necessário, isso fica mais claro quando comparamos que os americanos consomem 30 vezes mais do que os indianos ou quando analisamos fatores socioculturais, como a busca por livros de auto-ajuda para que o indivíduo se afirme necessário e a obesidade que atinge 10% da população brasileira e é classificada como epidemia pela Organização Mundial da Saúde. O consumismo desenfreado faz de todos, vitimas e culpados ao mesmo tempo; Vitima pois cada vez se herda lixo, devastação ambiental, doenças causadas por stress; culpados pela falta de uma pensamento consciente em relação ao consumo. O marketing deixou de ser uma ferramenta do capitalismo e passou a ser o vilão do consumismo.  Empresas buscam porcentagens maiores, fatias de mercado cada vez mais esmagadoras, pesquisas para  entender o consumidor, para que este por sua vez, compre, compre, compre. Mas a mudança do cenário atual é complexa, encontramos empresar preocupadas com o meio ambiente, com a responsabilidade social, mas inexiste as corporações que se preocupem com a redução do consumo dos seus produtos para um melhor equilíbrio social. A busca do lucro cria monstros e presas. O medo e desespero é transformado em oportunidades de enriquecimento. Para se ter um mundo melhor é necessário fazer o bem alem do social, mas político e economicamente. Utilize do consumo consciente!

“O Tsunami é uma oportunidade economicamente maravilhosa para a política externa norte-americana” Condoleezza Rice – Secretária de Estado dos EUA.

Para saber mais sobre consumo, assista ao documentário SURPLUS. De fácil acesso em sites de downloads e YouTube.

Fonte: http://www.consumocapital.com.br

Categorias:Utilidades

Engenheiros usam tecnologia de F1 em bike

Bf1 systems, que faz chassis de F1, venderá a Factor 001 em abril. Custando US$ 34 mil, ela conta com aparatos jamais vistos em bicicletas


Trazendo a tecnologia dos carros de corrida para mais perto da nossa realidade (mas ainda muito longe), os engenheiros da Fórmula 1 criaram uma bicicleta que, de convencional, só tem o formato. Desenvolvida fora dos padrões regulamentados pela UCI (União Internacional dos Ciclistas), o órgão gestor do esporte, a bike tem de tudo para ser a mais avançada tecnologicamente do mundo.

A Factor 001 possui diversos dispositivos eletrônicos integrados para fornecer as principais informações necessárias para o ciclista, desde frequência cardíaca e temperatura da pele a pressão atmosférica e umidade do ambiente.

O sistema correlaciona os dados biométricos do passeio, os dados físicos da bicicleta e os dados meteorológicos e faz uma análise em tempo real. Antes, isso só era possível em laboratório. Todas as informações são gravadas por um computador e podem ser usadas em seguida para estudos e comparações.

A bike também possui um sistema de GPS integrado, que rastreia a posição geográfica do usuário e o ajuda a chegar ao local desejado. Tudo isso é visualizado em uma tela touchscreen montada no guidão. Além disso, os freios são de cerâmica e são acionados hidraulicamente, deixando as frenagens mais precisas.

Fisicamente, a Factor 001 não difere muito das bicicletas tradicionais. E isso é espantoso, já que tanta tecnologia prevê fios, cabos de controle, baterias, tudo aparente. Mas seus componentes são bastante sofisticados e bem integrados ao corpo da bike, o que dá a ela uma aparência limpa e organizada.

Alegando que cada atleta é diferente do outro, a bf1systems – empresa que projeta e executa a parte eletrônica e de chassis da F1 – vai confeccionar a bicicleta sob medida para o comprador e com suas preferências no design, como a possibilidade de ter seu nome gravado no guidão.

Além de tudo, ela é quase toda feita de fibra de carbono. O material a torna mais leve – pesa apenas sete quilos –, além de mais rígida e durável do que as bicicletas convencionais, geralmente feitas de aço ou alumínio.

Este fator, associado a todas as tecnologias da Factor 001 – e, é claro, ao peso do nome Fórmula 1 – deu ao produto um valor altíssimo de venda: US$ 34.000. A bike vai começar a ser comercializada em abril deste ano, para um número seleto de compradores.

Fonte: www. revistagalileu.globo.com/

Categorias:Tecnologia

O mundo impossível de Irina Kuznetsovas

Será Irina Kuznetsovas uma designer com um próspero futuro à sua frente ou simplesmente alguém que se diverte com o photoshop? Não sabemos, por enquanto. A única coisa que conhecemos dela são as fotografias digitais manipuladas que aparecem na rede.

Kuznetsovas cria o seu próprio mundo impossível em que, muitas vezes, se inclui a ela mesma – e daí também depreendemos que é jovem e elegante. Ela cria imagens geradas por computador, aproveitando também as suas fotografias, interagindo com o objecto que cria. A variedade é grande e o ponto comum é o facto da impossibilidade das imagens que cria serem transformadas em objectos do mundo real.

Existem fotografias de sobreposições, de triângulos e janelas impossíveis, de chuveiros infinitos, de desenhos vivos. O melhor mesmo é ver as imagens e distinguir as ilusões ópticas: atenção, os olhos podem enganar!

Categorias:Curiosidades